terça-feira, 15 de maio de 2012

Anorexia na Adolescência


Esses dias, eu (Giulia) estava vendo em alguns sites na internet que a anorexia, ao contrário do que muitos pensam, não é uma doença rara e sim, algo muito comum entre meninas de quatorze à vinte anos(cuidado meninas). Como sou curiosa , resolvi pesquisar um pouco mais sobre o assunto e descobri que existe dois tipos de anorexia. A anorexia nervosa e a anorexia alcoólica.

Segundo alguns sites da internet a anorexia nervosa, é um transtorno alimentar, é quando a pessoa não se alimenta adequadamente (ou seja, come quase nada) e estresse físico :@ . A anorexia nervosa é complexa, envolve o psicológico, fisiológico e social de uma pessoa. A pessoa que é anoréxica pode sofrer também bulimia. Esses casos de anorexia são mais comuns entre adolescentes e que tem problemas na escola ou em casa e até mesmo falta de aceitação de seu próprio corpo. É mais comum entre as meninas e é algo que assusta pais do mundo todo.

Já a anorexia alcoólica, não é algo muito comum entre adolescentes, pois é gerada através falta de apetite devido ao uso abusivo do álcool, pois na maioria dos casos, a pessoa acaba trocando os alimentos pela bebida, com intenção, na maioria das vezes, de reduzir suas medidas corporais, o que pode acabar afetando o psicológico da pessoa.

Por fim, só queria alertar e dizer para todos vocês, que a anorexia é um problema sério (GRAÇAS A DEUS EU NÃO SOU ANORÉXICA , SOU BEM NUTRIDA, haha) e ainda são discriminadas pela sociedade. Não é porque elas querem chamar a atenção que param de comer, isso é um problema psicológico (muito sério) que pode acontecer com qualquer um.


Uma dica: Seja feliz, sinta-se feliz com você mesma. Não viva da opinião dos outros, pois as pessoas que julgam sofrem mais, pois querem achar defeitos nos outros para ocultar os seus. E antes de querer que os outros te vejam, se veja primeiro, você tem que amar a si próprio e não esperar que os outros te amam!


Giulia Sthéfanie

ANIMAL NÃO É BRINQUEDO!

Animais de estimação nos dão amor incondicional, melhoram nosso estado de espírito e até nossa saúde. Nada mais justo que retribuir essa felicidade

Bicho para quê?

Essa é a primeira pergunta que todo mundo deveria se fazer antes de comprar ou adotar um mascote. Se a resposta for “para convivência e amizade”, bingo! Cães e gatos são grandes companheiros, que precisam e gostam do contato próximo com seus donos. Mas há duas respostas erradas bastante freqüentes. A primeira delas: “Porque as crianças querem”. Adotar um animal deve ser uma decisão de toda a família, e os pais precisam estar conscientes de que, por mais que os filhos prometam cuidar dele, vai, sim, sobrar trabalho para os adultos. Além disso, como não têm noção de que cães e gatos também sentem frio, fome, dor e tristeza, crianças com menos de 6 anos não são uma companhia segura, especialmente se ele for filhote.
Outra motivação equivocada é ter um animal “para proteção”. Confinar um cão no fundo do quintal e privá-lo do convívio da família imaginando que assim ele será mais bravo é um engano perigoso.“O correto é apostar na inteligência do animal, socializá-lo e adestrálo adequadamente, para que ele saiba distinguir quando deve ou não atacar”, afirma a veterinária Hannelore Fuchs, de São Paulo, especialista em comportamento animal. Em vez de dar um destino tão miserável a uma vida, que tal instalar equipamentos eletrônicos de segurança? Dá menos trabalho e sai muito mais barato.


Giulia Sthéfanie

Não julgue...




Giulia Sthéfanie

Você enxerga aquilo que quer ver

Certa vez, dois homens estavam seriamente doentes na mesma enfermaria de um grande hospital. O cômodo era bastante pequeno e nele havia uma janela que dava para o mundo. Um dos homens tinha, como parte do seu tratamento, permissão para sentar-se na cama por uma hora durante as tardes (algo a ver com a drenagem de fluido de seus pulmões).
Sua cama ficava perto da janela. O outro, contudo, tinha de passar todo o seu tempo deitado de barriga para cima. Todas as tardes, quando o homem cuja cama ficava perto da janela era colocado em posição sentada, ele passava o tempo descrevendo o que via lá fora. A janela aparentemente dava para um parque onde havia um lago. Haviam patos e cisnes no lago, e as crianças iam atirar-lhes pão e colocar na água barcos de brinquedo. Jovens namorados caminhavam de mãos dadas entre as árvores, e havia flores, gramados e jogos de bola. E ao fundo, por trás da fileira de árvores, avistava-se o belo contorno dos prédios da cidade.
O homem deitado ouvia o sentado descrever tudo isso, apreciando todos os minutos. Ouviu sobre como uma criança que quase caiu no lago e sobre como as garotas estavam bonitas em seus vestidos de verão. As descrições do seu amigo eventualmente o fizeram sentir que quase podia ver o que estava acontecendo lá fora…

Então, em uma bela tarde, ocorreu-lhe um pensamento: por que o homem que ficava perto da janela deveria ter todo o prazer de ver o que estava acontecendo? Por que ele não podia ter essa chance? Sentiu-se envergonhado, mas quanto mais tentava não pensar assim, mais queria uma mudança. Faria qualquer coisa!
Numa noite, enquanto olhava para o teto, o outro homem subitamente acordou tossindo e sufocando, suas mãos procurando o botão que faria a enfermeira vir correndo. Mas ele o observou sem se mover… mesmo quando o som de respiração parou. De manhã, a enfermeira encontrou o outro homem morto e, silenciosamente, levou embora o seu corpo. Logo que pareceu apropriado, o homem perguntou se poderia ser colocado na cama perto da janela. Então colocaram-no lá, aconchegaram-no sob as cobertas e fizeram com que se sentisse bastante confortável. No minuto em que saíram, ele apoiou-se sobre um cotovelo, com dificuldade e sentindo muita dor, olhou para fora da janela.
Viu apenas um muro…
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas passar alguma coragem pra ele...



Moral da História:Existe uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada. Se você quer se sentir rico, conta todas as coisas que você tem que o dinheiro não pode comprar.
Você enxerga aquilo que quer ver.

Giulia Sthéfanie

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Giulia Sthéfanie


"Não é que você seja diferente, mas é que ninguém consegue ser igual a você." - William Shakespeare


Giulia Sthéfanie

Adolescentes Rebeldes!

Quem nunca ouviu seus familiares e conhecidos falarem “Nossa! Esses adolescentes andam muito rebeldes.”, está mentindo! Hoje, grande parte dos adolescentes são caracterizados pela “rebeldia”, pelo fato deles acharem que já estão na fase adulta, para fazerem o que bem entenderem de suas vidas. Porém ao descobrirem (da pior maneira) que as coisas não são bem como pensam, acabam se revoltando e demonstrando isso em algumas ações. Vale lembrar que a rebeldia é um comportamento comum e frequente na adolescência.

A rebeldia pode ser apenas uma reação à falta do jeito dos adultos ao lidar com esta fase. Algumas características da rebeldia são:

Desobediência:
Desobediência tanto na escola quanto em casa. Na escola é a falta de respeito com os professores e vandalismo. Em casa é com os pais, implicância e desrespeito..

Drogas:
Em festas o adolescente acaba abusando de algumas coisas que são ilegais e ou não fazem bem a saúde como as drogas. Inclui o álcool, êxtase, cocaína e etc.

Internet: 
A internet influencia muito em relação à rebeldia. Não gente! Internet não é ruim! Mas em excesso, pode sim ser prejudicial, pois o adolescente acaba interagindo mais com ela do que com seus próprios pais e isso pode prejudicar muito em seu relacionamento com os pais.

Um bom diálogo é fundamental e pode ajudar muito no relacionamento de vocês com os pais...


O.b.s.: Isso entra bastante no assunto em que a professora Alessandra (de português) anda trabalhando com a gente, sobre conversar com os pais !!!


Então, vocês já conversaram com seus pais hoje ? Pergunte aos seus pais como era a adolescência na época deles e compartilhem com a gente.


Giulia Sthéfanie